
Antidepressivos podem diminuir nossas emoções?
Os antidepressivos são fundamentais no tratamento dos transtornos de ansiedade e da depressão.

Os antidepressivos são fundamentais no tratamento dos transtornos de ansiedade e da depressão.

Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, Brian Jones e, décadas depois, Amy Winehouse morreram aos 27 anos e esta coincidência deu origem ao chamado “Clube dos 27”.

Medicamentos psicoestimulantes — como Venvanse e Ritalina — e outros fármacos promotores da vigília, como o modafinil (Stavigile), são utilizados no tratamento de condições específicas, como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e a narcolepsia. No entanto, não é raro que também sejam usados por pessoas sem essas condições, com o objetivo de melhorar concentração, produtividade ou desempenho acadêmico.

Todo mundo passa por períodos de estresse. Em pequenas doses, ele pode até ser benéfico: melhora a atenção, aumenta a energia e ajuda o organismo a enfrentar desafios. O problema surge quando esse estado deixa de ser passageiro.

A ansiedade afeta quase metade dos indivíduos com transtorno bipolar, associando-se a pior prognóstico, maior número de recaídas, abuso de substâncias e menor resposta ao tratamento.

Michael Jackson cresceu sob os abusos de Joe Jackson. Brian e Dennis Wilson, dos Beach Boys, sofreram durante a infância com Murry Wilson. Ambos os pais eram descritos como extremamente controladores, humilhantes e, segundo inúmeros relatos, fisicamente violentos.

Depois de vários anos disponível em países como Estados Unidos e Japão, o lemborexanto foi aprovado para comercialização no Brasil.

Poucos relatos na história da Psiquiatria são tão impressionantes quanto este.

Ansiedade tem a ver com ameaça e com incerteza. Mas, diante da mesma situação difícil, duas pessoas podem reagir de formas completamente diferentes.

John Lennon costumava transformar experiências profundamente dolorosas em música. Ao observar algumas de suas composições mais conhecidas, é possível perceber como temas como abandono, insegurança emocional, ciúmes e medo de perda atravessavam não apenas sua vida pessoal, mas também sua produção artística.